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Curiosidades

Peixes oleosos

Peixes Oleosos, como salmão, podem reduzir risco de câncer de mama. Pesquisadores chineses mostram que consumir de uma a duas porções de peixe reduz em 5% o risco de desenvolver a doença.

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História do Sushi

País-arquipélago, é do mar que o Japão retira os principais alimentos que compõem a sua cozinha. Os peixes, as algas e frutos estão presentes em praticamente todos os pratos da culinária japonesa. As terras são montanhosas e são poucos os locais onde é possível desenvolver a agricultura. O arroz é uma cultura de alta produção em áreas pequenas.O sushi é a combinação do arroz com os pescados crus. Apesar de parecer uma combinação estranha e exótica é, na verdade, uma combinação logicamente adaptada aos produtos regionais.

No século XVIII um cozinheiro chamado Yohei decidiu parar de utilizar o peixe fermentado e passou a oferecer algo parecido com o que conhecemos por sushi. A preparação se tornou muito popular em Osaka que na época era a capital comercial do Japão. Era justamente nesta cidade que se reuniam os comerciantes de arroz.

Osaka está situada na região de Kansai e assim ficou conhecido o estilo de sushis enrolados em algas, decorados e apresentados de forma alegre e colorida. Já na região de Tókio bolinho de arroz coberto com o peixe sem a utilização da alga. Em meados do século XIX, começou-se a utilizar o vinagre, wassabi e o gengibre, pois eles tinham fortes poderes antibactenanos e havia uma grande preocupação quanto à manipulação e o consumo dos peixes crus. Surgiram assim, primeiros quiosques que faziam sushi no formato que conhecemos hoje.

Fonte: Culinária Terra

Tabela de Calorias da Comida Japonesa

Sushi de salmão – 65 kcal
Sushi de atum - 45 kcal
Sushi de atum gordo - 72 kcal
Sushi de pargo - 43 kcal
Sashimi de salmão (l00g) - 211 kcal
Sashimi de atum - I46 kcaI
Tainha - 173 kcal
Namorado - 86.6 kcal
Tekka maki (atum) -25 kcal
Tekka maki (pepino) - 17 kcal
Kani maki (kani-kama) - 20 kcal
Califórnia - 33 kcal
Tempura mak - 45 kcal
Filadélfia - 51 kcal
Shitake (l00g) - 25 kcal
Missoshiru (l00ml) - 199 kcal
Shoyu (100ml) - 134 kcal
Saké (l00mI) - 133 kcaI

Fonte: comerjapones.com

Etiqueta Japonesa - Dicas para não cometer gafes

Tomar missoshiru (sopa de soja) com colher, gesticular com o hashi na mão, arrastar a molheira, espetar o hashi no arroz ou cortar os sushis. Comer com talheres e entrar de sapatos no tatame, então, nem pensar. Essas pequenas gafes passam despercebidas numa refeição informal. Mas, se a regra for respeitar a tradição japonesa, os deslizes chamam a atenção. No Brasil, essas formalidades se tornaram flexíveis. De um jeito ou de outro, é sempre bom conhecer os costumes de cada povo e fazer bonito na mesa, seja ela qual for. Seguem algumas dicas para manter a etiqueta.

- A toalhinha
A toalha que o garçom trás logo que os clientes chegam à mesa é para limpar as mãos. Depois de esterilizá-Ias, é só colocar a toalhinha sobre a mesa novamente, sem dobra-la. No Japão, é hábito limpar a testa ou o rosto inteiro. No inverno, as toalhas devem ser quentes e, no verão, geladas.

- Ordem dos pratos
Numa refeição simples não existe uma ordem exata para degustar os alimentos. Geralmente os japoneses começam pelo sashimi ou uma entrada leve. Também não há nada de errado em pedir uma entrada quente antes de comer sashimi. Durante a refeição é bom pedir chá verde e kprepararv o paladar para os pratos seguintes.

- Molhos
Os molhos só devem ser utilizados com peixe cru. No caso do sushi, deve-se mergulhar a parte do peixe no shoyu e não o arroz. Os bons restaurantes fazem os sushis no tamanho certo para ser degustado de uma só vez. Lembre de colocar pouco molho no pratinho. O wasabi ou raiz-forte não pode ser diluído no shoyu e deve ser colocado nos peixes com a ponta do hashi.

- Hashis "Palitinhos"
Nada de gesticular com o hashi nas mãos ou apontá-lo desordenadamente para qualquer direção. Chupar as pontinhas, então, nem pensar. O jeito certo de pegar o hashi é sempre do meio para cima e nunca na parte inferior porque dificulta o movimento. Além disso, não vale espetá-lo na vertical; na tradição japonesa, esse movimento pertence a um ritual religioso feito em referência aos mortos O hashi sempre deve ser apoiado no suporte próprio, de preferência, paralelo ao corpo. Se não houver apoiador, faça um dobrando a própria embalagem do hashi. Podem-se comer sushis e espetinhos com as mãos. Os temakis são degustados com a mão. Recomenda-se dobrar a pontinha do cone e colocar pouco shoyu.

- Sopas e Caldos
Para tomar o missoshiro, leva-se o recipiente com as duas mãos até a boca. No caso do lamen e do udon, que possuem ingredientes sólidos como o tofu, os hashis podem auxiliar. Para os japoneses, o barulho na hora de degustar sopas e caldos não significa falta de educação. O caldo do lamen pode ser tomado com uma colher própria, que já vem junto com o prato.

- Saqué
O massu é aquele recipiente quadrado usado para o saqué frioe o tyoko é o recipiente para o saquê quente. Eles devem sersegurados com as duas mãos. Se o massu vier acompanhadopor um pires, erga somente o massu.

- Comer Peixe
Geralmente os peixes tem a posta bem solta, deve escava-Ia com o hashi. Nunca segure um hashi em cada mão, é desnecessário.

Por Marcela Besson (www.guiadasemana.com.br)
Guia da Semana

A História da Bebida Japonesa

O que há de tão especial na bebida alcoólica obtida com a fermentação do arroz, que comparativamente ganha de longe até mesmo do vinho, no quesito tradição? Essa e outras perguntas já devem ter passado na cabeça de muita gente quando se ouve falar na milenar bebida japonesa: o saquè.
Famosa por estrelar diversos filmes ao lado celebridades de Holywood, como no recente - O Último Samurai°, a bebida um dia já foi considerada alimento. Em meados do século V a.C no período Nara, os produtores não conheciam técnicas apuradas de fermentação, e o saqué era feito com pouco álcool e água, em uma combinação que mais lembrava uma porção de mingau do que outra coisa... Nessa época, “comia-se” o saqué de hashi, direto de uma tigela Na verdade, tudo era o resultado de uma receita com pormenores um tanto repulsivos: mascava- se o arroz para fermentá-lo com a saliva e depois cuspia-se em tachos para só então iniciar o preparo da bebida. Esse método era chamado de uKuchikami rio sake, ou saquê mastigado na boca. Já na província de Hokkaido e em áreas rurais de Okinawa, os fás da bebida encontraram outras maneiras de ‘purificar esse processo, determinando que apenas as jovens mulheres virgens poderiam mastigar o arroz, pois elas eram consideradas representantes dos deuses aqui na terra. Logo não demorou, e a bebida produzida por elas foi batizada de obijinshua, saquè de mulher bonita. E por incrível que pareça, essa prática sobreviveu até poucos séculos, mesmo após a adoção de técnicas mais modernas de fermentação.
Diz a lenda que a fermentação da bebida foi descoberta por acaso: “Certo dia, um cidadão desleixado esqueceu de tampar um tacho de arroz que cozinhará e o arroz acabou mofando. E como ele era realmente desleixado, também o esqueceu de jogar fora e só depois de alguns dias ‘notou’ que havia ocorrido uma fermentação e o arroz então, transformara-se em uma deliciosa bebida, na verdade mais pastosa do que líquida. A total falta de cuidado do cidadão acabou se transformando, então, em um método e os produtores descobriam que o fungo, que mofara o arroz, era o responsável pela transformação do amido em glicose e fermento. Logo, o fungo ganhou nome “kamutachi° e não demorou muito para que os produtores divulgassem que a bebida era reproduzida pelos deuses”.
Até o século passado, o saqué ainda era produzido artesanalmente, onde o arroz era primeiro lavado e depois colocado em tinas (vasos gigantes) para cozinhar. E após esta etapa de fermentação, a pasta resultante era ralada e só então, misturada manualmente até chegar ao produto final. No entanto, atualmente os grandes fabricantes japoneses ainda utilizam métodos que lembram esse antigo processo. E hoje, o saquê é feito em grande escala industrial e não há mais vestígios do romantismo do passado. Pelas leis do país, a produção caseira da bebida é proibida.
E como os tempos mudam, o kkamutachift também mudou de nome e hoje é conhecido como 1’koji”. E é ele quem determina o aroma e o gosto do saquè, uma difícil tarefa para os utojisv, pois eles que escolhem o fungo que garantirá um sabor ainda mais especial à bebida, O que permanece inabalável, no entanto, é a popularidade do ritual.
Beber saqué é um ritual no país, e existem várias razões pelas quais a bebida é apreciada, que vão muito além do paladar, sede ou disposição para encher a cara. Segundo a tradição, bebe-se saquê para eliminar as preocupações e prolongar a vida, e isto por si só, vale qualquer dose a mais. Pega até mal chamar de bébado quem toma saqué de forma exagerada e sai cambaleando de madrugada pelas ruas das cidades japonesas. Inebriado talvez fosse a designação correta, uma vez que os efeitos da bebida transformam seus apreciadores em cantores, gala nteadores e seresteiros ao luar nas noites nipônicas.
No Japão, costumam-se dizer que o saqué é o melhor companheiro na solidão. Só não se pode toma-lo em qualquer copo ou em qualquer ocasião. Bebe-se em grandes comemorações como no Ano Novo e nas cerimónias xintostas de casamento, em encontros românticos e também na falta de um pretexto feliz ou dor de cotovelo.
Na maioria das ocasiões, o saquê é servido quente em uma temperatura que varia entre 4 e 550 C. Mas ele também pode ser tomado gelado ou misturado a outras bebidas e sucos, originando coquetéis muito interessantes. A maneira mais tradicional de servi.io é em xícaras quadradas de madeira, chamadas masu”, que conferem à bebida um suave sabor amadeirado. Nesse caso, sempre é servido frio com temperatura variando entre 20° e 40° C, uma vez que o saqué quente absorveria o gosto da madeira. Em muitos lugares, sugerem-se ainda que coloquem uma pitada de sal no canto do masu, um certo estilo adotado pelos jovens.

Fonte: Japan Online

Atum Caro

Um atum capturado na costa norte do Japão foi vendido nesta quinta-feira por um valor recorde: 750 mil dólares, mais de um milháo de reais. A venda foi feita no primeiro leilão do ano de um tradicional mercado de Tóquio. O comprador é o dono de uma rede nacional de restaurantes.

Veja o vídeo.

Gattai Sushi - Culinária Japonesa
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